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Cientes de ns mesmos

 
Pra Cego Ver: Professor Wanderley faz uma cara seria, veste camisa listrada e aponta com o dedo indicador para frente. Fim da descrição. Publicado: 06-10-16
Colunista: Wanderley Rodrigues Junior, bacharel em Letras, Tradutor e Intrprete, coordenou a Academia de  Microfinanças do Banco São Paulo Confia, realizou cerca de 27 mil capacitações em empreendedorismo,  microfinanças e marketing pessoal. Atualmente realiza palestras sobre empreendedorismo e marketing  pessoal e ministra  Lngua Portuguesa para candidatos a concursos pblicos.
Foto: Edi Souza e Nalva Lima
 
Reclamar sempre foi fcil. E esta parece ser uma prtica profissional de todo e qualquer consumidor em ação. porque não ficou satisfeito com o resultado prometido, o caimento do corte que s notou quando chegou em casa, o simplesmente “pensei melhor e não gostei mesmo”. 
 
O Cdigo de Defesa do Consumidor claro quanto ao posicionamento do comrcio com relação obrigatoriedade de troca. Mas vejam a que ponto chegamos: teve que ser constitudo e aprovado um cdigo que obrigasse o comerciante a trocar ou devolver o dinheiro do cliente perante insatisfação seja qual l for o motivo.
 
Não seria mais civilizado e cordial o prprio comerciante, bem como os seus funcionrios, terem e usarem um pouco mais do famoso bom-senso e colocarem-se na posição do consumidor? Ou nunca foram ao mercado, uma loja ou requisitaram algum serviço? Ser que sempre ficaram satisfeitos com o produto final? Duvido muito que ocorrera isso em 100% dos casos.
 
Em uma atitude e resolução rpidas seria o prprio empreendedor colocar-se no lugar de seu cliente e pensar rapidamente “e se fosse comigo”?
 
A mesma lgica fica para manter-se a qualidade na excelência de atendimento. O que, como e de que maneira responder a um cliente insatisfeito? Medir as palavras e reabastecer-se de paciência constantemente uma necessidade diria e quase que uma prtica repetida durante todo o expediente.
 
Pense: “ assim como eu gostaria de ser atendido?” “O que fariam no meu caso para que a minha satisfação, quanto cliente, fosse atendida?” “At que ponto chegariam?” 
 
São respostas que facilmente surgirão quando se consegue respirar profundamente procura de uma ponta de resiliência.
 
Um vdeo na internet surgiu nessa semana, como denncia de mal atendimento em um posto do INSS, onde duas funcionrias tratam rispidamente e com muita m vontade um cidadão que se revolta com tal atitude. A questão em si ultrapassa simplesmente a velha retrica do “o seu salrio advm dos tributos que eu pago e mereço um atendimento adequado”. uma questão de carter, uma questão de educação e posicionamento de respeitabilidade perante uma pessoa que necessita de uma ajuda ou de uma informação. Ser que essas atendentes, j senhoras, daqui a pouqussimo tempo não estarão do outro lado do balcão tambm e talvez fazendo a mesma solicitação?
 
A vida em si, não s a empreendedora, um tabuleiro de xadrez: hoje estou em uma posição de rei, mas amanhã poderei voltar ao mesmo jogo como peão.

Outras informações: 
http://portuguesfacilparaconcursos.blogspot.com.br/
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