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Empregado empreendedor 88

10564611_686129841464130_747502147_n Para o professor de empreendedorismo Wanderley Rodrigues: “Contagiar pessoas sua volta passa a ser uma necessidade viral, passando-se a buscar parceiros, dominando a arte de seduzir clientes em prol de marcas, produtos e serviços e mostrando aos integrantes da equipe como reavaliar os avanços tão importantes quanto os tombos”. 
 
Publicado: 05/02/16
Colunista:Wanderley Rodrigues Junior, bacharel em Letras, Tradutor e Intrprete, coordenou a Academia de Microfinanças do Banco São Paulo Confia, realizou cerca de 27 mil capacitações em empreendedorismo, microfinanças e marketing pessoal. Atualmenterealiza palestras sobre empreendedorismo e marketing  pessoal e ministra Lngua Portuguesa para candidatos a concursos pblicos.
Foto: Edi Souza e Nalva Lima
 
Somos todos empreendedores e, querendo ou não, acabamos empreendendo durante 100% de nosso tempo. Mesmo quando na posição de colaborador de uma empresa e tendo que seguir as normas especficas dela, passa-se a empreender de acordo com a parte que lhe atribuda uma responsabilidade.
Na verdade um quadro em que se passa a existir uma combinação de responsabilidade empreendedora proporcional ao salrio que se recebe e no relacionamento junto equipe com a qual se trabalha ou diretamente com os seus clientes e seus fornecedores. Afinal de contas h um vnculo direto de responsabilidade em cumprir prazos e metas estipuladas pelo empregador e satisfazer toda uma clientela com qualidade e apreço em nome dele.
Entretanto, alguns preferem permanecer na chamada zona de conforto, na janelinha, como dizem, e ficam s vendo a paisagem passar. Enquanto outros arregaçam as mangas e assumem a prpria empresa, assumindo riscos e ampliando uma vivência vigorosa de 24 horas por dia, sete dias por semana. Desses dois tipos quem presumidamente evoluir estratgica e profissionalmente?
Esse segundo deixa tanto se levar por esse impulso empreendedor, que muitas vezes, o aprendizado vem aos trancos e barrancos, assumindo riscos e num ritmo altamente frentico e viciante.
Faz isso naturalmente porque empreender criar vnculos, agregar valor a mercadorias e serviços de modo que sejam repassados ao consumidor final criando neste uma sensação de necessidade e de disposição a pagar pela mercadoria ou pelo serviço. Manter e sustentabilizar este esprito empreendedor reinventar nuances do dia a dia, melhorando-se e aprimorando o seus itens comercializados de modo que surpreenda continuamente a sua clientela e deixando a concorrência com aquela cara de “por que eu não pensei nisso antes?”.
Emanado nesse ritmo e nessa vibração de sucesso e motivação, dificilmente este colaborador se deixar abater no primeiro fracasso. Pelo contrrio, reunir forças para que continue, mesmo que em batalha mida, a buscar respostas e maneiras at conseguir colocar em prtica a concretização de seu amadurecimento e, assim, continuar agradecendo ao mundo pelas circunstâncias a que se submeteu, pois dessa forma chegou ao pice de seu desenvolvimento. A fase seguinte ser a do contgio.
Contagiar pessoas sua volta passa a ser uma necessidade viral, passando-se a buscar parceiros, dominando a arte de seduzir clientes em prol de marcas, produtos e serviços e mostrando aos integrantes da equipe como reavaliar os avanços tão importantes quanto os tombos. 
Isso mostrar-se aliado e não concorrente dentro do prprio espaço de trabalho e instigar outros a perguntarem-se “por que não nos tornamos empreendedores antes?”.
Outras informações: 
http://portuguesfacilparaconcursos.blogspot.com.br/2015/10/interpetacao-de-textos-cespe-treino.html
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